A presidente do PRD Mulher na Paraíba, Patrícia Berger, criticou o chamado “toque de recolher” registrado nesta semana no bairro do Rangel, em João Pessoa, situação que acabou impedindo crianças de frequentarem a escola.
Conhecida também pela atuação à frente de projetos sociais no estado, Patrícia desenvolve ações voltadas a famílias em situação de vulnerabilidade, promovendo doações de roupas, lençóis, toalhas, materiais de higiene pessoal e alimentos.
Em declaração, ela demonstrou indignação com o episódio e afirmou que o direito à educação é garantido pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA), não podendo ser violado por ações de intimidação e violência.
“É inadmissível que crianças deixem de ir à escola por medo. O acesso à educação é um direito assegurado pelo Estatuto da Criança e do Adolescente e precisa ser preservado”, afirmou.
“Situação não pode se repetir”, diz presidente do PRD Mulher
Patrícia Berger alertou ainda para o risco de casos semelhantes se espalharem para outras localidades caso não haja uma resposta rápida das autoridades de segurança pública.
Segundo ela, o episódio acende um alerta para a necessidade de ações firmes do poder público para garantir a segurança da população e o funcionamento normal das escolas.
“Se isso não for resolvido imediatamente, pode acontecer em outros bairros. Não podemos aceitar que a criminalidade interfira na rotina das famílias e, principalmente, no futuro das nossas crianças”, destacou.
Atuação social na Paraíba
Além da atuação política, Patrícia Berger tem participado de iniciativas sociais em diferentes regiões da Paraíba. As ações incluem arrecadação e distribuição de roupas, alimentos, lençóis, toalhas e kits de higiene para pessoas em situação de vulnerabilidade social.
Segundo ela, o trabalho social reforça o compromisso com as famílias paraibanas e com a defesa de direitos básicos, especialmente de crianças e adolescentes.
Direito à educação é garantido pelo ECA
O Estatuto da Criança e do Adolescente estabelece que crianças e adolescentes têm direito à educação, devendo o poder público assegurar o acesso e a permanência na escola.
A repercussão do caso no Rangel gerou preocupação entre moradores e lideranças políticas diante dos impactos causados na rotina de estudantes e famílias da comunidade.

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