O deputado estadual Sargento Neto (PL) afirmou que o partido já conta com uma nominata robusta para a disputa das eleições deste ano, com 37 pré-candidatos a deputado estadual. Segundo ele, o objetivo da legenda é ampliar a bancada na Assembleia Legislativa da Paraíba.
“Exatamente, a nominata do PL para a estadual já tem 37 nomes competitivos. A nossa expectativa é aumentar o número de vagas aqui na Assembleia, chegando entre cinco e seis cadeiras, diante da força desses nomes e de uma disputa que será bastante acirrada”, destacou.
De acordo com o parlamentar, parte dos nomes já foi divulgada, enquanto outros devem ser apresentados em breve para avaliação da população. “Temos uma nominata pré-pronta, com nomes conhecidos que já foram publicizados, e em breve ela deve ser totalmente apresentada para que a população possa analisar”, completou.
Ao comentar o cenário político em Cabedelo, Sargento Neto lamentou os desdobramentos da operação da Polícia Federal realizada nesta terça-feira (14), que resultou no afastamento do prefeito eleito Edvaldo Neto. O deputado classificou como “justa” a iniciativa do partido de solicitar na Justiça Eleitoral a suspensão da diplomação dos eleitos no município.
“Infelizmente, a Paraíba volta a ser notícia nacional, mas não por coisas boas. Estamos falando de investigações que envolvem facções criminosas e corrupção dentro de um processo eleitoral. O cidadão de Cabedelo queria uma gestão limpa, sem esse tipo de envolvimento”, afirmou.
O parlamentar também destacou que o cenário pode ter impactado a participação popular nas eleições. “A gente sentiu isso na abstenção. Muitas pessoas deixaram de votar por medo. Quando há suspeita de envolvimento de facções no processo eleitoral, o cidadão se sente intimidado até para exercer seu direito”, disse.
Sargento Neto defendeu a anulação do pleito e a responsabilização dos envolvidos. “É inadmissível. A diplomação precisa ser suspensa. Houve candidato que fez campanha sem estrutura, andando pela cidade, conquistando voto no diálogo, sem qualquer tipo de imposição ou apoio ilícito. Agora, com as investigações da Polícia Federal e do Gaeco, tudo está vindo à tona”, declarou.
Por fim, o deputado ressaltou a indignação da população diante dos fatos. “O cidadão de bem, que paga seus impostos, está revoltado com essa situação. É preciso garantir que a política seja feita com seriedade, transparência e respeito à população”, concluiu.

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