Durante o lançamento da 31ª edição da Agenda Legislativa da Indústria, promovida pela Confederação Nacional da Indústria, esta semana em Brasília, o senador Efraim Filho reafirmou seu apoio permanente ao setor produtivo e destacou a importância estratégica da indústria para o desenvolvimento econômico do país. O parlamentar ressaltou que fortalecer quem produz é essencial para gerar empregos qualificados, ampliar investimentos e aumentar a competitividade brasileira. ”Defender quem produz é defender o futuro do país. Queremos um Estado parceiro, que incentive o investimento e permita que o ‘Made in Paraíba’ e ‘Made in Brazil’ sejam sinônimo de qualidade e competitividade. A defesa da indústria é, antes de tudo, a defesa do trabalhador brasileiro”, destacou.
O parlamentar chamou atenção para o impacto da elevada carga tributária e do chamado “Custo Brasil”, que reduz a competitividade dos produtos nacionais. O senador lembrou ainda avanços recentes do Congresso voltados ao fortalecimento do setor produtivo, como a transição gradual da desoneração da folha, projeto de sua autoria, a reforma tributária e a modernização de marcos regulatórios importantes. *“O setor produtivo não pede privilégios, pede condições. Precisamos garantir um ambiente competitivo, com menos burocracia e mais segurança jurídica para que a indústria continue gerando emprego e renda no Brasil”*, afirmou o senador, lembrando que “a indústria é responsável pelos empregos mais qualificados e pelos maiores investimentos em inovação”.
A Agenda contempla 135 proposições legislativas nas áreas trabalhista, tributária, comércio exterior, infraestrutura e inovação, funcionando como um manifesto em defesa das cadeias produtivas nacionais. Para Efraim, o momento exige compromisso claro do Congresso com medidas que reduzam entraves e incentivem a produção. Ele reforçou que continuará atuando de forma firme em defesa da indústria e de toda a cadeia produtiva da paraíba e do Brasil. “O setor produtivo, a indústria pode contar comigo para transformar essa agenda em leis que garantam crescimento, inovação e orgulho de dizer que o Brasil respeita quem produz”, concluiu.

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