O deputado estadual eleito Fábio Lopes (PL) questionou possíveis diferenças de tratamento nas fiscalizações realizadas pelo Ministério Público e pela Justiça em estabelecimentos comerciais e manifestações de apoio político. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar levantou dúvidas sobre a atuação dos órgãos diante de situações envolvendo apoiadores do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No perfil pessoal, Fábio Lopes questionou se estabelecimentos que apoiam Lula também serão submetidos aos mesmos procedimentos de fiscalização. Ele ainda citou o Tribunal de Contas do Estado da Paraíba (TCE-PB) ao perguntar se um servidor público poderá ser alvo de medidas por manifestações realizadas na esfera privada.
“Perseguição apenas de um lado?”, escreveu o deputado eleito, ao defender que os órgãos de controle adotem critérios iguais para situações semelhantes, independentemente do posicionamento político dos envolvidos.
Na publicação, Fábio Lopes também questionou se servidores públicos que manifestaram apoio a Lula teriam sido alvo de perseguição. Segundo ele, é necessário garantir tratamento justo e democrático, sem confundir manifestações pessoais com atividades desempenhadas no serviço público.
O parlamentar eleito afirmou que, na situação mencionada, não teria ocorrido mistura entre as esferas pública e privada. Entretanto, as circunstâncias específicas do caso e a eventual existência de procedimentos oficiais não foram detalhadas no conteúdo divulgado.
Ao final da publicação, Fábio Lopes pediu que os seguidores compartilhassem o vídeo, ampliando o alcance do questionamento sobre a atuação dos órgãos de fiscalização e a isonomia no tratamento de manifestações políticas.
