Em mais um episódio apontado como perseguição política e tentativa de censura contra Fábio Lopes, o Tribunal Regional Eleitoral da Paraíba, TRE-PB, barrou uma investida jurídica da esquerda.
O Tribunal negou o pedido de liminar feito pelo PSOL e pela Federação PSOL-Rede, que tentavam impedir a realização da carreata de recepção ao senador Flávio Bolsonaro, do PL-RJ.
O evento, marcado para a próxima sexta-feira, dia 3, em Campina Grande, segue confirmado.
A ação judicial movida pela oposição mirava diretamente a mobilização popular convocada pelo pré-candidato a deputado estadual Fábio Lopes, nas redes sociais.
Na tentativa de criminalizar o engajamento da direita e calar a oposição local, o PSOL alegava, sem provas sustentáveis, que o ato configuraria propaganda eleitoral antecipada e funcionaria como um suposto “comício disfarçado” com foco nas eleições de 2026.
A Justiça enterra a narrativa da perseguição
De acordo com Fábio Lopes, a tentativa de barrar o direito de reunião e a liberdade de expressão não se sustentou diante dos critérios técnicos da Justiça Eleitoral.
Segundo ele, ao rejeitar o pedido do PSOL, o TRE-PB não impediu a realização do evento e impôs uma dura derrota à esquerda paraibana, que tenta usar a máquina jurídica para intimidar o crescimento das forças conservadoras no estado.
Para apoiadores e analistas locais, o movimento do PSOL contra Fábio Lopes evidencia o incômodo da oposição com a capacidade de mobilização do pré-candidato.
Fábio vem despontando como uma das principais vozes de articulação da vinda de grandes nomes nacionais da direita à Paraíba.
A carreata de recepção a Flávio Bolsonaro acontecerá normalmente em Campina Grande.
O ato promete consolidar a força do grupo político liderado pelo PL no compartimento da Borborema.

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