Enquanto milhares de jovens, filhos de trabalhadores, estudam, se sacrificam e enfrentam o vestibular mais concorrido do país, o governo petista prefere transformar o mérito em privilégio ideológico.
De acordo com o deputado Sargento Neto, essa modalidade não é inclusão, é aparelhamento. “Não é justiça social, é injustiça com quem batalha de verdade”, criticou.
Sargento Neto disse que em vez de usar a educação como instrumento de transformação, usam como moeda de troca política. Campina e a Paraíba não aceitarão esse modelo de retrocesso.

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