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Eduardo sugere criação de auxílio e linha de crédito no Empreender-PB para setor de eventos
  • Data: 30/06/2020

Eduardo sugere criação de auxílio e linha de crédito no Empreender-PB para setor de eventos

 O deputado Eduardo Carneiro (PRTB) sugeriu a criação de um auxílio específico para os trabalhadores do setor de eventos, bem como, uma de linha de crédito junto ao Empreender-PB voltada para as empresas do segmento. As propostas foram apresentadas durante Sessão Especial da Assembleia Legislativa da Paraíba, realizada nesta segunda-feira (29), para discutir as estratégias de retomada da economia do setor de eventos. Levantamento feito pelo Sebrae mostra que a pandemia do coronavírus afetou 98% do setor de eventos no País.


A sessão, que aconteceu de modo remoto, foi proposta pelo presidente da Casa, deputado Adriano Galdino, e contou com a participação de representantes do segmento. Os empreendedores terão até a próxima sexta-feira (3) para enviar sugestões de protocolos que deverão ser adotados para que as empresas do setor possam retomar as suas atividades. As sugestões serão encaminhadas pela Assembleia Legislativa ao Governo do Estado.


Eduardo, que é presidente da Frente Parlamentar de Empreendedorismo e Desenvolvimento Econômico, parabenizou Adriano Galdino pela iniciativa e propôs que a Casa pudesse fazer a defesa de um auxílio emergencial para o setor de eventos, tal qual aconteceu com o setor cultural. Para as empresas, ele defendeu a abertura de uma linha de crédito no Empreender-PB, que seja mais elástica, para suprir as necessidades do momento. Mas, que também desburocratizada, porque não adianta, segundo ele, para as empresas receberem os recursos após três meses.  


“O setor de eventos é enorme e foi um dos mais prejudicados com a crise. Foi um dos primeiros a fechar e será um dos últimos a retomar as suas atividades. Essa é uma discussão extremamente necessária. Eu já vinha dialogando com o setor – uma cadeia importante que movimenta a economia, que gera emprego, que gera renda e que gera oportunidades. Não se pode ficar simplesmente com suas atividades paralisadas sem ter uma sinalização de estabelecer uma relação de convergência de interesses entre o poder público e o setor privado para pensarmos na retomada desse segmento”, defendeu.



 

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